Alura Signals Experience: 2 dias para aprender a ler os sinais da IA

Tem um tipo de aprendizado que não cabe em curso gravado: aquele que acontece quando você senta na mesma sala que as pessoas que estão construindo a mudança, faz a pergunta que ninguém publicou em blog e sai com o mapa mental reorganizado.
O Alura Signals Experience foi desenhado para provocar exatamente isso.
São dois dias intensivos e presenciais em São Paulo, dedicados a desvendar os sinais do futuro que já impactam as decisões do agora, com os nomes que lideram a inteligência artificial e a engenharia de software no Brasil.
Neste artigo, você confere como é essa experiência, a programação dos dois dias, quem estará no palco e como garantir o seu lugar.
O que é o Alura Signals Experience?
Em poucas palavras: um radar coletivo, não uma maratona de palestras
A tecnologia muda em ciclos cada vez mais curtos, e o custo de interpretar mal essa mudança subiu: times inteiros travados em ferramentas erradas, estratégias de adoção de IA que não saem do piloto, carreiras apostando na habilidade que vai perder valor.
O Signals parte de uma premissa simples: os sinais do que vem a seguir já estão visíveis para quem sabe onde olhar.
Por isso, o formato foge do padrão de auditório lotado e palestrante distante. A proposta é um encontro exclusivo, pensado para reflexões aprofundadas e conexões reais com executivos e lideranças das maiores empresas do país.
Menos plateia, mais mesa de conversa; menos slide decorado, mais debate sobre o que já está impactando produtos, empresas e decisões de negócio.
Para quem ele foi desenhado
O evento conversa com quem carrega a responsabilidade de decidir: CTOs, lideranças de tecnologia, devs em posição sênior e profissionais que precisam acelerar a adoção de IA nos seus times. Se a sua empresa ainda não conseguiu incorporar IA na velocidade que o mercado exige, e essa inquietação é sua, você é o público.
Também funciona muito bem em dupla ou trio da mesma empresa. Quando a liderança técnica e a de produto assistem às mesmas conversas, o alinhamento que levaria semanas de reunião acontece no intervalo do café, e a decisão volta para o escritório já pactuada.
Vale dizer que não é um evento introdutório. As conversas partem do pressuposto de que você já vive o dia a dia da tecnologia e busca o próximo nível de leitura: separar o que é ruído do que é sinal, como discutimos ao mapear o espectro das ferramentas de codificação assistida por IA.
Como é a experiência nos dois dias
O evento ocorre de forma presencial, sem replay e com hora para acontecer.
O que for dito, perguntado e trocado ali existe apenas para quem estiver na sala, e essa escolha é deliberada, porque conversa franca sobre estratégia pede porta fechada.
Na prática, isso transforma o comportamento de todo mundo. Quem palestra fala com mais liberdade, quem assiste pergunta sem medo de virar corte de vídeo, e o corredor rende tanto quanto o palco. É o tipo de ambiente em que uma conversa de dez minutos no café pode valer o ingresso inteiro.
O horário estendido, das nove da manhã às seis da tarde, também tem propósito. Com o dia inteiro reservado, ninguém está de passagem: dá tempo de amadurecer uma ideia entre um bloco e outro, retomar uma conversa no almoço e sair com follow-ups marcados, não apenas com anotações.
O palco: a StartSe, na Berrini
O encontro ocupa o espaço da StartSe, no CENU Torre Norte, na Avenida das Nações Unidas, em São Paulo, um endereço que virou sinônimo de inovação e negócios. O ambiente foi projetado para conversa e networking, com estrutura pensada para grupos reduzidos, o que casa com a proposta de conexão do evento.
Para quem vem de fora, a localização na região da Berrini facilita hospedagem e deslocamento, com o eixo corporativo da cidade a poucos minutos.
Ingressos, certificado e o clube
Há dois formatos de participação. O ingresso Signals garante os dois dias presenciais, materiais de apoio, certificado Alura + FIAP e o networking que atravessa toda a experiência.
Já o Signals Club, o mais escolhido, soma a isso uma comunidade exclusiva no WhatsApp, para a conversa continuar depois do evento, e um ingresso VIP para o IA Conference Brasil 2026, o maior evento de IA do país, que acontece duas semanas depois.
Os valores variam por lote, então vale conferir as condições vigentes na página oficial.
Para levar times inteiros, há um canal dedicado para empresas.
Dia 1: o novo papel de quem desenvolve
O primeiro dia, 10 de setembro, gira em torno de uma pergunta que o mercado inteiro está fazendo: o que significa ser dev hoje?
A jornada começa com credenciamento e um networking coffee, aquele primeiro café estratégico em que você descobre quem mais está na sala, e segue por quatro blocos que se conectam.
Radar de Sinais, com Guilherme Pereira
A abertura fica com Guilherme Pereira, diretor de Inovação do Alun Business, em uma conversa sobre a mudança de paradigmas do que é ser desenvolvedor de software e, principalmente, sobre como se manter atento aos sinais de mudança.
Esse é o bloco que dá nome ao evento e instala a pergunta que acompanha os dois dias: o que você está deixando de enxergar?
E sinais, aqui, não são abstração. São os padrões que antecedem as viradas: a ferramenta que o seu time júnior adotou antes de qualquer aprovação, a habilidade que sumiu das vagas, o fluxo de trabalho que uma startup executa com três pessoas e a sua empresa, com trinta.
Aprender a ler esses indícios cedo é o que separa quem lidera a mudança de quem corre atrás dela.

Sem gravação e com grupo reduzido, o corredor rende tanto quanto o palco, e o café vira ambiente de decisão.
Como eu programava no passado vs. como programo hoje, com Guilherme Silveira
Na sequência, Guilherme Silveira, CIO e cofundador da Alura, coloca a própria prática na mesa: system design, pipelines autônomos, loops de execução, segurança e os ganhos de produtividade de dez vezes que a nova forma de programar permite, com algumas surpresas prometidas no caminho.
É o contraste vivido por quem programa há décadas e reconstruiu o próprio fluxo de trabalho na era dos agentes de IA.
O valor desse bloco está na honestidade do formato. Não é uma demonstração ensaiada, é o relato de quem refez os próprios hábitos, incluindo os tropeços de segurança e as decisões de arquitetura que só aparecem quando o código sai do laboratório.
Ver o antes e o depois lado a lado encurta anos de tentativa e erro de quem assiste.
Filtrando o Hype, com Sérgio Lopes
Depois do almoço, Sérgio Lopes, CEO do Alun Future Studio, assume a missão mais ingrata e mais valiosa do evento: separar as ferramentas que realmente fazem diferença dos modismos que consomem energia.
Modelos, multiagentes, skills, comandos, MCPs e token economics entram na mesa com os seus trade-offs fundamentais, o mesmo tipo de análise de custo e confiabilidade que tratamos no comparativo entre engenharia de prompt e engenharia de agentes. Em um mercado em que modelos de linguagem novos chegam a cada mês, saber o que ignorar virou uma habilidade tão valiosa quanto saber o que adotar.
Dev em T: as habilidades de quem vai liderar
O dia fecha olhando para a carreira. O bloco sobre o Dev em T discute quais serão as novas habilidades exigidas de quem vai liderar esse futuro em tecnologia: a profundidade técnica que continua indispensável e a amplitude de negócio, produto e dados que passou a definir quem cresce.
É a ponte perfeita entre o que você ouviu durante o dia e o que fazer com isso na segunda-feira, seja no seu time, seja no planejamento da sua própria carreira em tecnologia.
Dia 2: dos sinais à estratégia
O segundo dia, 11 de setembro, completa o elenco com os nomes que pensam a estratégia do grupo e do mercado: Paulo Silveira, CVO do Alun e autor da tese de que 1 bilhão de pessoas construirão software, Maurício Aniche, CTO da Alura e referência em engenharia de software na era da IA, e Bruno Lucatelli, Sr Staff Software Engineer na Uber, trazendo a visão de quem opera essa transformação em escala global.
Se o primeiro dia olha para o ofício, o segundo olha para as decisões: como transformar leitura de cenário em estratégia de adoção, o que priorizar quando tudo parece urgente e como preparar times e carreiras para o que vem.
A programação detalhada do dia está na página do evento, e a régua é a mesma do primeiro: gente que constrói, falando do que já faz.
Quem estará na sala com você
Repare no que esse elenco tem em comum: ninguém ali discute cenários hipotéticos.
São seis nomes que operam a transformação por dentro, do cofundador que escreveu a tese do bilhão de builders ao engenheiro que sustenta sistemas na Uber, passando pelo CTO que lidera a engenharia da maior escola de tecnologia da América Latina.
E há a outra metade da sala, que importa tanto quanto o palco: as pessoas ao seu lado.
O histórico das experiências presenciais do grupo mostra um padrão de público com heads de arquitetura, tech leads de grandes bancos e lideranças de engenharia de setores variados, e é dessa mistura que saem as conversas que nenhuma programação consegue prever.

Dois dias presenciais em São Paulo para calibrar a leitura de cenário com quem decide nas maiores empresas do país.
Por que vale estar presente
Porque interpretar sinais sozinho é lento. Os dois dias condensam o que você levaria meses para filtrar por conta própria, entre artigos, vídeos e testes, e entregam isso com um ingrediente que conteúdo online não tem: a chance de calibrar a sua leitura com quem decide nas maiores empresas do país.
O momento também pesa. A janela entre experimentar IA e depender dela encurtou: times que passaram o último ano no vibe coding exploratório agora precisam de estratégia, governança e resultado, e as decisões tomadas neste semestre vão definir quem chega na frente em 2027.
Chegar a essas decisões com o cenário mastigado por quem constrói a mudança é uma vantagem difícil de improvisar.
Há também o efeito rede, que em eventos sem gravação fica ainda mais forte. Todo mundo ali investiu para estar presente, o que eleva o nível das conversas e a disposição para troca genuína.
Para quem lidera a adoção de IA, sair com três contatos certos e uma decisão destravada já paga o investimento; o resto dos aprendizados vira bônus.
E, para quem está construindo a própria trilha, o evento funciona como um acelerador de repertório: os temas dos dois dias conversam com o perfil builder que o mercado passou a valorizar e com as habilidades que mapeamos em IA para dev e nas carreiras da Alura.
O Signals no ecossistema Alura + FIAP
O Signals ocupa um espaço próprio no calendário do grupo:
- O Skills & Go aprofunda habilidades específicas em cursos intensivos online;
- o IA Conference Brasil reúne a comunidade inteira em um dia de grande porte;
- e o Signals é o encontro fechado, de leitura de cenário e estratégia, para quem precisa decidir antes dos outros.
Não por acaso, o ingresso Club conecta as duas pontas, levando você do encontro exclusivo de setembro direto para a experiência VIP do maior evento de IA do país.
Para quem lidera, é um mês inteiro de calibragem: primeiro o radar fino do Signals, depois o panorama completo da conferência.
Os sinais já estão visíveis. Falta só você na sala.
Dois dias, seis nomes que constroem o futuro e as conversas que não vão estar em vídeo nenhum. Garanta o seu ingresso no Alura Signals Experience e chegue em setembro com o radar calibrado para as decisões que definem o resto do ano.
FAQ | Perguntas frequentes sobre o Alura Signals Experience
Abaixo, separamos algumas das perguntas mais frequentes sobre Alura Signals Experience.
1. Para quem é o Alura Signals Experience?
Para CTOs, lideranças de tecnologia, devs em posição sênior e profissionais responsáveis por acelerar a adoção de IA nas suas empresas. É um encontro exclusivo e aprofundado, pensado para quem já vive a tecnologia no dia a dia e precisa transformar leitura de cenário em decisão.
2. O que vou aprender nos dois dias?
O primeiro dia discute o novo papel de quem desenvolve: sinais de mudança, a nova forma de programar com agentes e pipelines, as ferramentas que valem a atenção e as habilidades do Dev em T. O segundo dia avança para a estratégia, com os nomes que pensam a adoção de IA em escala, conectando os sinais às decisões de negócio e carreira.
3. Quando e onde acontece?
Nos dias 10 e 11 de setembro de 2026, das 09h às 18h, no espaço da StartSe, no CENU Torre Norte, na Avenida das Nações Unidas, em São Paulo. É um evento 100% presencial, com vagas limitadas.
4. O evento é gravado? Posso assistir depois?
Não. O Signals é uma experiência presencial sem replay e sem transmissão: o conteúdo, as perguntas e as conexões acontecem apenas para quem está na sala. Essa escolha preserva a franqueza das conversas e é parte central da proposta do encontro.
5. Vou receber certificado?
Sim. Quem participa recebe o certificado conjunto Alura + FIAP, além dos materiais de apoio dos dois dias. No formato Signals Club, somam-se a comunidade exclusiva no WhatsApp e o ingresso VIP para o IA Conference Brasil 2026.
6. Como garanto o meu ingresso?
Os ingressos estão disponíveis na página oficial do evento, nos formatos Signals e Signals Club, com valores por lote e parcelamento. Como as vagas são limitadas e não há segunda edição marcada, garantir cedo é a diferença entre estar na sala ou ouvir falar dela.









